É de tamanho refluxo esse regurgito amargo do fracasso... Sempre à visão rasteira opulento meus atos.
O confim é meras decaídas de humor físico, nada de gravame a quem nem pisoteou meu campo. Entretanto a quem buscou positividade elogiosa, e imerge junto comigo, o despenhadeiro vem em direção para buscar.
Pública calamidade. Exposta virgem.
Sabiei daquilo (desespero aflição martírio) limpando afãs da mais aflitosa angústia: primeiro passo para contra golpear aos ares para atingir minhas deficiências. Ao fazê-lo notei que não feria meus oponentes nem feriria com a arma de que dispunha, apenas escudo.
Atacar a quem e para alimentar qual anseio da alma? Atacarei sempre à luz do sol. Presentes o inquiridor e o punidor. Golpeio primeiro o meu medo, golpeio junto a apatia. Ao que venço, dou-me pelo pulso para algemar. Vou-me cumprido e pronto.
Esta saga repito até que a maturidade plena me aprisione no cômodo sofá e de onde vou sorrir falsamente pelo que não fiz para evitar: eis-me a assistir ao decorrido de minha descuidada vida. Sendo vítima de meus atos, todo o presente. Tudo o que passa hoje é um regurgito amargo do fracasso... Antes tivesse sabiado às copas e não fincado sementes no solo. A vida ser-me-ia, até este último registro, melhor se atmosférica.