Homem de mil luzes corredor que protubera e foco no prurido. Conrado? Talvez sim. Mais: mero coadjuvante. A miséria-cabresta subentende seu glamour.
Máscara negra-congelante aos entremeios do palco: play (ground) de acidentes desonestos. Salvas à Fátima dos desgraçados em orgulho. Pote de mel amargo, laquê, merda e adeus. Fagulhas (alcoóis e droga). Cinzas (depressão). Todas as pangeias de palco e platéia em vaziez: copo de circo, copo de cólera. Acalmia do corpo desterro dalma.
É favor retirar-se-nos enquanto em tempo, oh maestro Diretor (jequitibá-rei).
Quem poderia ater no pau tamanha celebração?! Contendas no reino plantae.
4 comentários:
Novamente nada entendi do que quiseste dizer ... mas nao importa, escreva. Quem sabe amanha possa compreende-lo.
=um fazendeiro tinha um bezerro e a mae do fazendeiro também era o pai do bezerrro=.
o que há para sentir agora? Nada é lógico em poesia, o sentimento e que guia a manipulação das palavras. Percebi uma grande angustia.
Salve Paulo ,
Lendo algumas vezes este texto ; pereceu-me repleto de "quinas " pontiagudas. Como observaram , eu também não entendi o fio da meada, e isso também gera certa angústia.
Não pousei no texto para não me cortar nas quinas pontiagudas.
Lembrou-me o grande poeta Fagner : "eu quero é que este canto torto, como faca , corte a carne de vocês..."
Um abraço Paulo,
Mstepon
Nudez, Marcelo (tb Jackson e Rosivaldo), mistura meio ambiente (mundo plantae (vegetal)) e o mundo dilacerado, da fama "glamourosa", questões que talvez, jamais se encontrem.
Eu quis mostrar essa necessidade: do mundo da "fama" se cruzar de vez em qdo com o mundo "vegetal".
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