quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Steve Jobs... Reflexão‏

"Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração." 

"Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores. Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado, continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare"
"Não tenha medo de seguir o seu coração ou sua intuição, pois eles sabem o que você pode se tornar e até onde pode chegar. Todo o resto é secundário". 
"Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao paraíso não querem morrer para estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos"           
                                                                                                                                                                                            Steve Jobs 1955 - 2011
Acho que este cidadão vestido de maneira simples conseguiu expressar lindamente um pouco dos seus medos e consequências desse medo, e por acaso, este cidadão foi um grande inspirador de muitos jovens pelo mundo durante algumas décadas contemporâneas e será por muito tempo ...deixou a vida sem deixar de inspirar um pouco o futuro da humanidade..., por acaso SERÁ Steve Jobs: quem lutou contra seu medo e a morte, quem deixou inspirações e otimismo, além de um pequeno e pífio legado no ramo da computação.
Paulo Munaretti

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ao meu lado esquerdo

Ao meu lado esquerdo
Há um lugar vago
Se estou de mochila
Ela fica no chão
Se quero ir ao toillet
Ao meu lado esquerdo
Peço licenças
E se cochilo
Pra este lado
Inclino minha cabeça
E com cuidado
Movo meu braço esquerdo
Evitando atingir alguém
Porque vai que tem alguém!
: pra mim está vago

Às vezes brinco de preencher
Com alguém o lado esquerdo
E este alguém sabe
Sabe que nunca
Nunca poderá estar nele
Este alguém não muda (será sempre a mesma)
E este alguém sabe
Sabe respeitar que
O lugar ao meu lado esquerdo
“Está” preenchido
E que o coração insiste
Em ter esperança
Pois para o coração
Não basta bater pra um...
Pra um lugar vago.

(de 03.05.2008)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Assunto límpido: resiliência

Subcapacities. Compus todo um apanhado de pouquinhas detalhadas em 10 ou 11 anos: sempre aplicado em adaptações forçosas ou afáveis e em alicateamentos e aramificiedades que me garantissem retomada de fôlego.
Honestamente conexo, firmo veramente, aos meus pretéritos tal partícula nuclear, temo sempre, um dia, perder a resiliência: não a de volver ao estado primitivo, a de não mais volver a catar-me os pedaços de meu passado, que tanto vai agigantando aos comedidos step by steps.
Nunca que voltarei a esta e primas-matérias de esboço sentimental; quero dizer-me-a-elas Adeus! Estes que sejam os meus fósseis carbônicos: queimas de expiradas células. Tal adeus clama sim, pela piedade da não-solvência de minha história que já pareei, com as vindouras cheias de esperança muito prováveis inusitadas.
Confesso abrir aspectos-ouro dos mais profundos planos. Confesso papal; confissão realmente íntima: há mortifícios nestes verbetes e nos parágrafos, digo na transcorrência deles. Há formigamentos antes e após, clara indicação de produtividade gelada, ou seja, tão morta enquanto durante, ao mesmo tempo que fixada, fixa. Por tanto resiliência tornada o foco porque, se tanto se redige, é sempre mais falta, graças a ela encontra-se o decanto, límpida necessidade de: resiliência como estado transitivo e não como fim.